Com o passar do tempo e ao revisar documentos que guardou ao longo dos anos, Edilson Faria relembra um capítulo importante da história religiosa de Tambaú: o início do processo de beatificação do Padre Donizetti.
Segundo Edilson, ele foi uma das primeiras pessoas a fazer contato com Irmã Célia Cadorin, responsável pela condução do processo de beatificação, juntamente com Adilson Pieruzzi. A iniciativa aconteceu em 2005, com autorização do Padre Anderson, que na época era reitor do Santuário de Padre Donizetti.
Edilson afirma que, ao longo do tempo, muitas pessoas acabaram se envolvendo na causa e contribuindo para o processo. No entanto, destaca que também teve sua participação no início dos trabalhos que deram origem ao reconhecimento do sacerdote como Beato Padre Donizetti.
“Com o passar dos anos fui olhando alguns papéis que guardei e lembrei de tudo que foi feito naquele período. Tenho a consciência tranquila de que também dei minha colaboração para o início desse trabalho”, relatou.
Ele também recorda as diversas viagens realizadas em busca de documentações e informações necessárias para o processo, esforço que ajudou a reunir materiais importantes para a causa.
Para Edilson, ter participado desse momento representa um grande orgulho. “Tenho certeza de que quem acompanhou meu trabalho durante todos esses anos sabe do meu esforço. Sinto-me privilegiado por Deus por ter participado desse capítulo da história de Tambaú”, afirmou.
A beatificação do Padre Donizetti Tavares de Lima, sacerdote que marcou profundamente a história religiosa da cidade, representa um momento significativo para a comunidade católica e para a memória do município.
